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domingo, 23 de outubro de 2011

Lucas Marmitt fora da Delittus?

na ultima sexta dia 21/10/11 a delittus anunciou a saida do baixista lucas marmitt, lucas sai da banda para trilhar seu proprio caminho
e não por confusoes como foi expeculado!
                                      vejam só!



E ai galera! tudo certo com vocês?
Então, nesse final de semana lançaremos muitas novidades, só que a primeira delas não é tão boa assim.
Quando eu digo que não é tão boa assim, quero dizer que estamos tristes porque a verdade é que o Lucas não vai poder seguir com a gente na DELITTUS.
MAS, estamos orgulhosos e felizes pelos motivos que levaram a essa decisão.


VOU EXPLICAR...
Como todos sabem o Lucas tem um projeto solo, com outro tipo de música, algo nada parecido com Delittus. Pois então...nesse último mês o Lucas recebeu uma proposta muito boa em relação a esse projeto, conversou com a gente a respeito e aceitamos na boa, só que com o tempo a coisa foi atrapalhando a Delittus pela falta de tempo dele para ensaios, shows,etc.


Mas isso não afetou em nada nossa amizade, resolvemos que o melhor pra banda e pra ele é esse afastamento, não sabemos se isso é permanente, mas se for preciso isso para que o Lucas faça sucesso com sua música e seja feliz aceitamos sem problemas.


Deixo claro novamente que não brigamos, não discutimos, não houve tensão entre o grupo, apenas tristeza pelo fato do afastamento de um grande amigo nosso.
Seguimos o baile junto com o Lucas na medida do possível, sempre contando com ele para gravações, produções futuras, afinal o talento do guri é grande e nossa amizade também.


Não vamos anunciar ninguém novo na Delittus, até porque já temos músicos que tocam com a gente nos shows que podem cumprir essa função, pelo menos momentaneamente.


Mais uma vez deixamos aqui o desejo de toda sorte do mundo para o Lucas e para o seu projeto novo, a gente te ama meu guri, esperamos que tu esteja sempre que puder conosco na luta pelo rock sincero e puro.


abraços!


e segue o rock!


FAÇA PARTE DE ALGO VERDADEIRO


FAÇA PARTE DA DELITTUS


BEM VINDOS A RESISTÊNCIA


@Delittus


fonte fotolog da delittus!


confira:
http://www.fotolog.com.br/delittus/61752278
a delittus esta com site novo comfira lá!
http://www.delittus.com/
em breve novidades da delittus por aqui! aguardem

terça-feira, 11 de outubro de 2011

ONLY TÀ NA AREA






Formada no início de 2010, a banda paulista ONLY é composta, desde novembro do mesmo ano, por Di, Raffa, Paulinho e Doug ( voz, guitarra, bateria e baixo, respectivamente), amigos do tempo de escola. Tendo o público jovem como alvo, a banda mostra um amadurecimento musical em seu último trabalho (primeiro nesta formação), a EP intitulada "Todos os Meus Sonhos". 





A música single da EP, que carrega o mesmo nome, foi lançada em junho de 2011 atingindo os Trending Topics do twitter em São Paulo e no Brasil, com a tag "novoSINGLEonly" - em questão de horas foram milhares de plays. 


Além da single, a EP traz mais quatro faixas repletas de muito pop, rock e música eletrônica. Mistura essa que vem dando certo e trazendo cada vez mais público aos seus shows.


No dia 28 de junho a EP foi disponibilizada em streaming na internet e novamente foi destaque no twitter - em menos de uma hora a tag "bandaonly" era a terceira mais comentada no Brasil.


A banda tem a internet como principal forma de divulgação e de contato com os fãs, além de shows nas casas onde começaram as maiores bandas de rock do cenário atual como Nx Zero, Fresno, CPM22, Forfun, Strike, Restart, Cine, Hori, entre outras. Tem influências de bandas do cenário americano como All Time Low, Forever the Sickest Kids, The Summer Set, Blink182.


descrevam a only:
A Only é uma realização de um sonho de quatro meninos - que sonham cada vez mais alto, e realizam cada vez mais sonhos. 
                
ESCUTE ONLY AQUI!
Integrantes:                                                                                                     

@only_di - Voz/Guitarra
@onlyraffa 
- Guitarra/Voz
@onlydoug  
- Baixo
@onlypaulinho 
- Bateria/Sampler









 conheça a only:



Site Oficial:





Facebook:


http://www.facebook.com/BandaOnly



Canal do Youtube:
http://www.youtube.com/bandaonly


Myspace:
http://www.myspace.com/bandaonly


Fotolog:
http://www.fotolog.com.br/only_oficial


A/C Leme
Tels.:(11) 7527-1910 [vivo] / (11) 6688-1212 [oi]
E-mail: producao@bandaonly.com
Msn: riserock@live.com


segunda-feira, 3 de outubro de 2011

ESCUTEM INVERSA ROCK

A banda Inversa foi idealizada e formada pela vocalista e pelo guitarrista Tácio Wurdig em agosto de 2008 em Pelotas no RS. Foi quando se juntaram a eles o baterista Juan Bender e o baixista Vinícius Cassol. A banda estava formada e ensaiada para o primeiro show em novembro do mesmo ano em um importante evento da cidade de Pelotas. Antes mesmo do show o baterista Juan já havia anunciado que deixaria a banda. O substituto escolhido foi Gabriel Brum, indicado por Renata que já havia formado uma banda com ele anos antes.
Por alguns shows essa foi a formação da Inversa até que Vinícius decidiu sair da banda dando lugar a um conhecido nome pela  banda, o antigo baterista e agora baixista Juan. Nessa mesma época, Renata passou só a cantar e a segunda guitarra ficou por conta de Barboza, guitarrista já muito conhecido dos integrantes. Após alguns meses Barboza deixou a banda para poder estudar. Em 2010 o baixista Juan decidiu sair da banda novamente, foi quando Rafael Lanzetta foi convidado por Renata para integrar a banda. Logo no primeiro ensaio já se percebeu que a formação era aquela.

Nos mês de dezembro a Inversa conseguiu junto à Universidade Católica de Pelotas, através do guitarrista e aluno da instituição, Tácio, um espaço no estúdio de Produção Fonográfica para gravar seu primeiro EP que acabou nem sendo lançado integralmente. Tácio Wurdig acabou deixando a banda e os integrantes não conseguiram retirar os projetos do estúdio.
A nova fase da banda Inversa com Renata, Rafael e Gabriel foi se consolidando. Os integrantes preferiram não substituir o guitarrista e em julho de 2011 começaram a compor para gravar um novo EP. Dessa vez não existia convênio com ninguém e muito menos dinheiro para gravar em um estúdio profissional, foi quando decidiram gravar em casa o EP Ímpar. Durante duas semanas foram gravadas as quatro músicas, três de composição de Renata Oliveira e “Preciso te falar”, de Mariana Lopes.

Agora o EP está sendo divulgado nas redes sociais pelos próprios integrantes e por amigos. Um novo single já está sendo gravado e a banda promete algumas surpresas até o final do ano.

comfiram o trabalho da inversa links da banda:

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

ESSES GAROTOS TEEM FUTURO!!!



a carta nasceu entre outubro e novembro de 2003, apartir da ideia de dois irmaos RAFA e CADO CURTH,de fazer shows num formato acústico no litoral catarinense.


A banda teve em media de 40 shows no verão de 2003/2004, isso fez com q os irmãos CURTH saíssem de um acústico sem compromisso e se transformassem
em uma banda séria em busca de um lugar no mercado brasileiro!
mesmo sendo gaúchos de PORTO ALEGRE;RS, os irmaos na época moravam
em BLUMENAU/SC.


tocando covers de artistas e bandas famosas a banda se apresentou nas melhores cassas catarinenses, se tornando uma das principais bandas da região.
No final de 2005 a CARTA gravou seu 1º cd de forma independente, produzido por Ricardo vidal,produtor/técnico de P.A. do Rappa, e tom Saboia,ambos produtores
do cd "sete vezes" do rappa.





no decorrer desse tempo a CARTA começou a turnê independente do seu primeiro cd, nos estados de RS,SC e PR. 
dividiu o palco com artistas de grande destaque como Iriê e john Bala jones,também abriu shows para banda Ira! e três vezes para O Rappa.
pela rádio jovem pan vale europeu a banda fez show do seu cd com promoçao da rádio exclusiva, fato único para uma banda da região.
nesse período, a CARTA ciour um projeto chamado ROCK ESCOLA, com intuito de transmitir aos estudantes a importancia da preservaçao do meio ambiente e alertar sobre aquecimento global.


de forma gratuita a banda levava para os jovens um show mesclado com palestras e debates sobre o aquecimento global.
Devido a repercussão do mesmo o projeto ROCK ESCOLA passou por 40 escolas atingindo 60 mill alunos e 3 mil professores no estado de Santa Catarina, sendo um grande destaqe na mídia.


agora residindo em sao paulo com a seguinte formação:RAFA CURTH(vocal/guitarra)CADO CURTH(baixo/backing vocal)LUCAS GIORGETTA(bateria/backing vocal).


as musicas "CONTRA QUEM SOU" e "NA VERDADE" já deixaram a CARTA entre as 100 bandas masis ouvidas da internet!!!


A CARTA no dia 08/09 concedeu uma entrevista ao Blog ETeen, comfira aqui:



 QETeen: Quando a banda começou?
Carta: Como CARTA, há dois anos. Mas temos muita história pra contar. Ficamos entre as 70 bandas mais ouvidas do Brasil no Myspace. Matéria publicada na revista Rolling Stone, Portal do Terra e Folha de São Paulo. Além disso, gravamos com os mesmos produtores que gravaram as bandas Nx Zero, Pitty, Fresno, Charlie Brown Jr, Titãs, Paralamas, Linkin Park, Marron5, Sting. E fizemos mais de 270 shows nesse período.

ETeen: Porque escolheram esse nome: “Carta” ?
Carta: O nome da banda vem da seguinte analogia. Uma banda e uma carta são, na verdade, bem parecidas. São enviadas para alguém que espera o seu conteúdo. Quando a banda está no palco é como se a carta fosse aberta, e todo seu conteúdo fosse entregue ao seu público.

ETeen: Quais são as bandas atuais que mais influenciaram voces?
Carta: Se você quer fazer algo autêntico precisa buscar lá dentro de você a sua própria inspiração. A coisa mais difícil para uma banda é achar o próprio som, posso dizer com orgulho que a CARTA já descobriu o seu faz tempo. Realmente o rock sempre vai ser rock, a sua música sempre vai lembrar alguém em algum canto do mundo. Mas é por isso que a busca pela identidade reflete diretamente na busca pelo próprio som. O importante é ter essa autenticidade sonora e identidade nas músicas. E não tentar como a maioria, ser um subproduto.


ETeen: E quais são os projetos até o final do ano para a banda?
 Carta: O nosso grande projeto é continuar crescendo a passos largos como nos últimos meses. O respaldo do público e das redes sociais na internet só aumenta a cada dia. Apesar da CARTA ser uma banda gaúcha, achamos um mercado e um público muito receptivo aqui em São Paulo. E Acabamos de fechar uma parceria com a Play Alternative e já estamos tocando nas melhores casas de São Paulo à alguns meses.

ETeen: Se pedissem pra descrever cada integrantes em uma palavra, qual seria?
Carta: A CARTA é um trio, formada por 3 caras que sustentam esse grande “tripé”. Todas as músicas da banda foram escritas pelo Rafa Curth. Mas vale a pena ressaltar a grande contribuição do Cado Curth e do Lucas Giorgetta nos arranjos e na produção das canções. A qualidade musical de cada um é o que define a CARTA.

ETeen: O que vocês fazem quando não estão na banda?
Carta: Quando não estamos na banda, estamos fazendo, pensando e planejando algo para a banda. Nenhum trabalho se realiza sem um grande esforço, e nenhum grande esforço se realiza sem um grande talento. Se você busca ao verdadeiro, precisa se dedicar 100% na sua busca pessoal. Quando não estamos na banda, estamos PELA banda em qualquer outro lugar.

ETeen: Como é ver que o trabalho de vocês está sendo recompensado, levando em conta que já são uma grande banda de SP?
Carta: É difícil não ficar feliz com tantas coisas acontecendo. Após essas ondas passageiras que o pop rock já levou, sinto que algo de bom vai acontecer para todo mundo que quer levar uma mensagem verdadeira para alguém. O momento é propício e o vento sopra ao nosso favor. Acho que agora chegou a nossa vez.

ETeen: Deixem um recado para os fãs e para quem lê a ETeen.
Carta: Primeiramente obrigado ao Blog ETeen pela entrevista, desejo muito sucesso para vocês. A CARTA agradece as #CARTEIRAS e a todos os fãs, que nos ajudam a divulgar e espalhar as nossas músicas para todos os cantos. Somos uma banda independente e totalmente dependente de vocês!
FONTE: http://entrevistateen.wordpress.com/
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quando pergunto á RAFA CURTH como descreve o som da banda ele responde:


fazemos as músicas primeiro pra nós, mas como todas elas são fatos reais que passei na minha vida, eu sempre penso que elas podem ajudar nossos fãs



Sigam a banda no twitter: :
E aí já curtiram a CARTA no facebook?

sábado, 24 de setembro de 2011

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

SCANS: Amy na Metal Hammer





Renascida





                                            


Eles venderam 20 milhões de álbuns mas os titãs do pop metal estão tendo que trabalhar mais duro para se reconectarem às suas raízes após cinco anos longe.
Evanescence. Você será perdoado se tiver esquecido o que exatamente esta palavra significa. Faz cinco anos desde que a banda esteve na ativa, afinal, mas enquanto a definição do dicionário sugere que seja "o processo de esvanecer ou se dissipar", após vender mais de 20 milhões de álbuns na carreira até agora, as chances dessa banda de ficar de fora dos anais da história são poucas.

A boa notícia para os fãs de Evanescence no mundo todo é que eles estão de volta. Realmente de volta. Nós encontramos com a banda em Nashville, Tennessee onde eles estão gravando o terceiro álbum.

"Nós iremos terminar nas próximas 48 horas" diz a instantaneamente reconhecida Amy Lee, se ajeitando no sofá. "Eu estou com esses aparelhos de som junto comigo por toda parte que eu vou. Eu tenho que ir para a outra sala, ouvir a mixagem, fazer algumas anotações e voltar para o trabalho."

A banda também está se preparando para fazer o seu primeiro show desde 2007. Mesmo às 15h no Sol de agosto, do lado de fora do esplêndido War Memorial de Nashville, há uns 50 fãs esperando. Com pilares de 100 andares, monumentos de batalha e placas enormes com os nomes de soldados falecidos, esse prédio municipal não é uma arena convencional para o show de uma das bandas de rock de maior vendagem na última década, mas mesmo assim estamos aqui.

Já aparece um mix interessante de pessoas. Têm as garotas adolescentes à procura de Amy Lee e os casais jovens vestindo camisetas do Evanescence. Há famílias inteiras dedicadas à causa mas, curiosamente, há um bom número de caras em seus 20 e poucos anos vestindo o tipo de camisetas que você não associaria diretamente aos fãs de uma banda de metal feminino alternativo que já vendeu milhões: Amon Amarth, Periphery, Hatebreed. E não, esse caras não estão com as namoradas deles. Eles estão aqui porque querem.

"Estamos muito confortáveis com o show. Será o nosso show, teremos muitos dos nossos fãs lá" disse o baterista Will Hunt, com o final de seu cabelo loiro tocando sua camiseta vintage da Metal Hammer. E não há nada de estranho com sua escolha de modelito hoje: dado que o Evanescence estava sendo uma questão preocupante antes, ele tocou com Black Label Society, Static-X, Hollywood Undead, Mötley Crüe, Methods Of Mayhem e Staind. Uma lista impressionante, para dizer o mínimo.

"Seria demais se o álbum já tivesse sido lançado e nós pudéssemos tocar mais das músicas novas" diz o guitarrista com dreads e co-compositor Terry Balsamo. "Quero dizer, ainda iremos tocar coisas novas mas nós queremos tocar o álbum inteiro. Já me enchi das coisas antigas."

Terry também aponta para o fato de que "essa é a primeira vez que um ciclo do Evanescence se fecha e outro começa com a mesma banda." Enquanto o baixista Tim McCord admite que ele "se sacrificou o tempo todo" e o guitarrista Troy McLawhorn diz que passou um tempo infeliz ao lado do Seether. Terry tocou com sua banda anterior, a Cold, assim como na banda de outros amigos, John Otto e Sam Rivers do Limp Bizkit. Ultimamente, apesar de todas as bandas com quem eles tocaram, eles todos voltaram para casa para criar com argumentos a formação mais estável na história da banda.

Essa estabilidade levou a outros cinco meses de trabalho no álbum auto-intitulado com Nick Raskulinecz. Tendo produzido já Alice In Chains, Rush e Deftones nos últimos anos, ele não é um estranho no mundo dos grandes discos de rock e, julgando pelo single novo What You Want, o novo álbum vai casar bem com o peso do rock alternativo e estilo grunde que os membros da banda disseram ter, com influências de grande sensibilidade pop que Bring Me To Life trouxe ao fronte em 2003. De fato, Amy Lee descreve o som da banda como "Janet Jackson com Nirvana ou algo do tipo... na minha cabeça pelo menos."

Embora o processo de composição de The Open Door, em 2006, tenha levado a pressão de fazer um sucessor do Fallen, um álbum que vendeu 14 milhões de cópias no mundo todo, também foi encontrada uma nova liberdade após o guitarrista fundados da banda e co-compositor, Ben Moody, ter saído. Isso permitiu à Amy incorporar muito mais das suas próprias influências e experiências que levaram no final a um álbum com o qual ela estava mais feliz.

"Eu escolheria The Open Door para ouvir com muito mais rapidez do que escolheria o Fallen" ela diz. "Ambos são ótimo e tenho orgulho do meu trabalho, mas eu realmente amo The Open Door. Eu o escrevi para mim."

"Eu sabia que tinha toda a pressão do álbum anterior e eu senti isso, mas o que eu realmente, realmente queria era escrever um álbum que fosse melhor que o que fizemos." ela explica. "Não vendeu 14 milhões de cópias, porque como você conseguiria fazer isso sem ser Michael Jackson? Mas vendeu 5 milhões e eu fiquei muito feliz."

No meio de 2007, a senhorita Amy Lee tornou-se oficialmente a senhora Amy Hartzler. Usando uma pausa do meio da turnê para se casar no jardim da casa de seus pais e tirar a lua-de-mel, a sua vida real esteve esprimida no meio de compromissos da banda.

"Na semana em que terminamos a turnê eu simplesmente disse para os caras que queria parar um tempo" ela relembra. "Eu não sabia se era o fim ou se eu queria fazer um novo disco, ou ter filhos. Eu tinha que me redescobrir porque o Evanescence tem sido tudo para mim desde os meus 18 anos e todos toparam."

A banda entrou em acordo de que, enquanto eles tivessem só uma vaga ideia de quando se reuniriam com Amy novamente, não haveria ressentimentos. Quando o projeto solo dela não saiu tão bem, no entanto, ela sabia que estava precisando da banda de novo.

"Algo estava faltando e me levou um minuto para pensar na ideia de que queria estar com o Evanescence de novo porque estive sempre tão definida por isso, mas essa não é a coisa toda - é só uma parte de mim" ela diz. "Há outros aspectos meus que não são tão sérios e às vezes eu pensava 'ei, ninguém entende como eu sou!' Eu tinha que experimentar outras coisas e me expressar de outras formas para me mostrar completamente e foi o que fiz."

"Agora o que temos que superar é o tempo que passamos fora" disse Amy, acenando com a cabeça. "Estivemos fora por cinco anos e os executivos estão dizendo que ninguém se lembra de nós, e teremos que trabalhar dobrado para nos reconectar. A grande surpresa é que nossos fãs estão mais fortes do que nunca. É como se houvesse uma lacuna em que nós estivemos ausentes e eles puderam nos apreciar mais."

Após algum tempo afastado, onde Amy acha o que o Evanescence se encaixa no rock de 2011?

"Eu meio que sinto que somos uma banda que nunca se encaixa. Sempre fomos diferentes das coisas que vêm e desaparecem, e nós de alguma forma conseguimos permanecer" ela ri. "Não foi de propósito. Foi meio que nós sendo quem somos e os fãs adorando isso. Eu sinto que muito da nossa carreira em primeiro lugar tem sucesso pelos fãs de raiz, no nível underground, ligando para as estações de rádio e insistindo que eles toquem a nossa música e enchendo eles. Nós temos fãs incríveis e loucos."

O show é um sucesso retumbante. Esses fãs loucos estão aqui em peso. Eles vieram no calor de Nashville para o lindo War Memorial.

"É considerado meio tosco aí fora ter um show legal - como se você tentasse forçadamente" disse Troy. "Por isso há um monte de bandas que não fazem nada no palco - eles só vão lá e tocam."

"Mar afora, as artes liberais ainda são parte importante da sociedade" explica Will. "Mas por aqui ser durão é tão profundo quanto os EUA podem ser à vezes."

A banda andou confiante, surgiu das sombras com Amy Lee vestindo um tutu personalizado. Nem precisa dizer que a plateia foi à loucura. É interessante ver como eles se sentem confortáveis no palco. Terry fica praticamente estático, com sua cabeça balançando ao som dos riffs, em contraste com Troy que se mexe ao redor de sua guitarra, enquanto a figura esguia de Tim adiciona um aspecto dinâmica com o seu baixo. Will com certeza adiciona a habilidade de girar as baquetas em qualquer momento no seu impressionante currículo. Abrir com os riffs àsperos e frisados e What You Want é uma tática inteligente. Os fãs tiveram um mês para se familiarizarem com a nova música e, quando os gritos ensurdecedores param, fica claro que todos cantaram todas as palavras com Amy.

"Não é muito rock n' roll admitir isso, mas eu estava nervosa antes de entrar" admite Amy com um sorriso após sair do palco e ainda sim parecer imaculada. "Faz dois anos desde que nos apresentamos e vocalmente nossas músicas demandas muito. Quando chegamos ao final e tocamos a última música - uma das nossas novas - eu estava me sentindo maravilhosa pelo show. Eu poderia dizer que os fãs amaram as novas músicas também."

E é interessante notar quantos fãs da plateia são novos, que descobriram a banda nos últimos anos.

Sem contar What You Want, a banda tocou três músicas novas: a balada épica The Change, a rockeira de cordas Oceans e a caracteristicamente dramática e encerradora do set The Other Side. Tocando quatro músicas totalmente diferentes para impressionar os fãs fieis é uma decisão corajosa, mas nunca houve dúvidas na mente dela. A plateia leva as músicas ao seu coração imediatamente. Há espaço o suficiente lá para dançar e a multidão o faz devidamente.

Com as turnês dos EUA e do Reino Unido agendadas e vendendo bem para o outono de 2011 - mais ou menos quando o terceiro álbum será lançado - o Evanescence realmente parece ter voltado, mas os dias de grandes festas parecem terem sido deixados para trás em prol de uma nova parcimônia.

"Na última turnê, nós realmente tocamos muito todas as noites, mas você não pode fazer isso sempre o ano todo" diz Troy. "Todos nós ficamos tempo em casa o suficiente para colocar a cabeça no lugar e perceber que esse não é um bom jeito de viver."

"É um novo dia e uma nova era" adiciona Will. "Eu quero estar nessa por um longo tempo e o único jeito de fazer isso é estando saudável."

O Evanescence está pronto para atingir o topo da cena rock internacionalmente mundo mais uma vez e, dessa vez, você simplesmente sente que eles não tem a inteção mesmo de esvanecer.

"Agora o meu único pesar é que não vamos direto para o resto da turnê" ela ri. "Mas nós estamos de volta e isso é muito bom."


Tradução: Iessence , Fonte: EvThreads




postado no site:

em: 24-set
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creditos: newsevanescence